Cada escola da rede com prazo, entrega e validação. Numa tela só.

O Bordi Rede é o Bordi para a Secretaria Municipal de Educação. A Secretaria manda a mesma ação para várias escolas, cada diretor cumpre as etapas da sua, e a equipe técnica acompanha e valida escola por escola. A planilha consolidada à mão sai da rotina.

Para redes de 11 a 50 escolas. Contrato anual, fora do autoatendimento.

Escolas e pessoas fictícias.

O tamanho do trabalho da Secretaria.

A maior parte das escolas públicas do país é municipal. Quem acompanha cada uma delas, na maioria das redes, é uma equipe técnica pequena.

O plano da rede mora numa planilha que alguém consolida à mão.

Condicionalidades do VAAR, ações do PAR, pendências do PDDE, o plano de alfabetização. Cada programa tem prazo, e quem responde por ele é a Secretaria, escola por escola.

  • Na segunda-feira, ninguém sabe quais escolas atrasaram. A informação chega por formulário, por mensagem e na visita. Até virar planilha, o prazo já passou.
  • Cobrar vira conversa constrangedora. A técnica liga, o diretor explica, e nada fica registrado: nem o combinado, nem o motivo do atraso.
  • O prazo federal é um só, e as escolas andam em ritmos diferentes. Uma escola entrega na primeira semana, outra só lembra na véspera. A Secretaria descobre a diferença quando já não dá tempo de ajudar.
  • Na hora de prestar contas, a prova está espalhada. Quem assina a declaração precisa de evidência. Ela está em conversas, em pastas e no e-mail de quem já saiu.
  • A direção muda, e o combinado se perde. Com a seleção de diretores por mérito e desempenho, a troca de gestão entrou no calendário das redes. Quem chega encontra o plano pela metade e precisa remontar o que foi feito, o que está aberto e com quem.

Como funciona, do cadastro ao dossiê.

Cinco passos. Os três primeiros acontecem uma vez por ação; os dois últimos fazem parte da semana da equipe técnica.

  1. Cadastre as escolas e convide os diretores

    Cada escola entra na conta da Secretaria com o código INEP de 8 dígitos. O diretor recebe o convite por e-mail e fica ligado à escola dele. As equipes da própria Secretaria entram como unidade separada, fora da contagem de escolas.

    Painel da rede no celular: cada escola num cartão com o código INEP, o nome do diretor, os compromissos atrasados e bloqueados, a pontualidade e o último movimento.
    Tela do Bordi numa rede de demonstração. Escolas e pessoas fictícias.
  2. Monte a ação uma vez e mande para as escolas

    Comece por um roteiro pronto ou por uma ação em branco. Ajuste as etapas (até 15), a entrega esperada de cada uma e o prazo, e escolha as escolas (até 60 por ação). Cada escola recebe o próprio compromisso, já atribuído ao diretor, e o diretor recebe um e-mail.

    Primeiro passo da tela Nova ação: a lista dos roteiros prontos, cada um com o programa e o número de etapas, e a opção Ação em branco.
    Tela do Bordi numa rede de demonstração. Escolas e pessoas fictícias.
  3. O diretor cumpre as etapas e envia

    O diretor vê só os compromissos da escola dele. Anexa a entrega em cada etapa e envia para validação. Se uma etapa travar, marca o bloqueio e escreve o motivo, e a Secretaria recebe o aviso na manhã seguinte. Os lembretes de prazo saem sozinhos, quando restam três quartos, metade e um quarto do tempo.

    Guia de boas-vindas do diretor, primeira etapa: os compromissos da escola aparecem com prazo e estado, e o texto explica que a Secretaria combina com a escola o que precisa ser feito e até quando.
    Tela do Bordi numa rede de demonstração. Escolas e pessoas fictícias.
  4. A equipe técnica aprova ou devolve

    A entrega chega na fila de validação com o nome da escola. Aprovar encerra o compromisso. Devolver pede o motivo, que o diretor lê ao abrir a tarefa e que fica registrado no dossiê. A decisão vale só para aquela escola.

  5. Acompanhe o painel e gere os documentos

    O painel mostra, por escola, o que está no prazo, atrasado, bloqueado e aguardando validação, a espera mais antiga e a pontualidade. Dá para filtrar por período, por programa ou por ação. Na hora de prestar contas, o dossiê de evidências e o relatório de passagem saem num arquivo que abre em qualquer navegador.

    Painel da rede no computador, ordenado por atrasados: quatro escolas com código INEP, diretor, compromissos no prazo, atrasados, bloqueados, aguardando validação, espera mais antiga, pontualidade e último movimento.
    Tela do Bordi numa rede de demonstração. Escolas e pessoas fictícias.

O que a Secretaria passa a ter.

As escolas são unidades da rede dentro da conta da Secretaria, e cada diretor entra como membro. A Secretaria vê os compromissos que a escola assumiu com ela. O quadro interno da escola só aparece se a direção da escola autorizar.

Uma ação, aplicada a várias escolas de uma vez

Comece por um roteiro pronto, ajuste prazos e etapas e aplique às escolas que você escolher. Cada uma ganha o seu compromisso, atribuído ao diretor.

Aprovar ou reprovar, escola por escola

A entrega chega na fila de validação com o nome da escola. Reprovar pede o motivo, e o motivo fica registrado, inclusive no dossiê.

Dossiê de evidências

Por período, programa ou escola: cada compromisso com estado, prazo, quem validou e o link de cada entrega. Um arquivo que abre em qualquer navegador e vira PDF pelo Imprimir.

Relatório de passagem

Na troca de gestão, quem sai entrega o que foi concluído, o que está aberto, os bloqueios em vigor e quem valida. Quem chega encontra o histórico de cada ação.

E o Scrumban Master, o assistente do Bordi, fala a língua da rede. Ele lê os mesmos números do painel e responde a perguntas como estas:

  • Quais escolas estão atrasadas, e em qual compromisso?
  • O que está esperando a minha validação há mais tempo?
  • Alguma escola está sem direção responsável?

Qualquer mudança que ele proponha só vai para o quadro depois que alguém da Secretaria autoriza.

Roteiros prontos para os programas da rede.

Cada roteiro é um ponto de partida escrito a partir da norma do programa. Antes de mandar para as escolas, a Secretaria muda o que quiser: etapas, entregas esperadas e prazos. O roteiro original continua igual para a próxima vez.

  • VAAR, condicionalidade II

    Mobilização do Saeb: meta de 80% de participação

    Pelo menos 80% dos estudantes de cada ano avaliado precisam fazer a prova. A escola confere as turmas, avisa as famílias e cuida de quem costuma faltar.

    Etapas

    1. Conferir as turmas avaliadas
    2. Avisar as famílias
    3. Combinar a busca de quem costuma faltar
    4. Preparar o dia da aplicação
    5. Registrar a participação
  • Compromisso Nacional Criança Alfabetizada

    Plano de alfabetização da escola

    Toda criança alfabetizada ao fim do 2º ano (Lei 15.247/2025, art. 5º, inciso I). A escola faz o diagnóstico, monta o plano com quem dá aula no 1º e no 2º ano e registra os resultados por turma.

    Etapas

    1. Fazer o diagnóstico de leitura e escrita
    2. Montar o plano da escola
    3. Reunir o corpo docente
    4. Acompanhar as turmas
    5. Registrar os resultados
  • PDDE

    Pendências do PDDE

    A escola regulariza o CNPJ e o cadastro da Unidade Executora e entrega a prestação de contas à Secretaria, para voltar a receber o recurso.

    Etapas

    1. Conferir o CNPJ da Unidade Executora
    2. Atualizar o cadastro da Unidade Executora
    3. Reunir os documentos da prestação de contas
    4. Aprovar as contas no conselho
    5. Entregar a prestação de contas à secretaria
  • Novo PAR

    Ação do PAR: acompanhamento mensal

    O PAR é monitorado ao longo do ano. Todo mês a escola mostra o andamento da ação que lhe cabe, com a evidência. Este roteiro pode se repetir sozinho, mês a mês.

    Etapas

    1. Conferir a ação no plano
    2. Registrar o andamento
    3. Conversar com a secretaria
  • VAAR, condicionalidade I

    Seleção da direção da escola

    A parte da escola no processo de seleção definido pela norma e pelo edital da rede: divulgar, formar a comissão, organizar a consulta e mandar a ata.

    Etapas

    1. Divulgar o processo à comunidade
    2. Formar a comissão da escola
    3. Organizar a consulta
    4. Registrar o resultado
  • Censo Escolar

    Censo Escolar: matrículas conferidas

    O Fundeb, a merenda e o PDDE são calculados pelas matrículas do Censo, e depois da publicação final o dado não muda. Antes do fim da retificação, a escola confere turmas, alunos, marcações e profissionais e entrega o recibo de fechamento. O lançamento continua no Educacenso.

    Etapas

    1. Conferir turmas e horários
    2. Conferir cada aluno com a ficha de matrícula e o diário
    3. Conferir as marcações que contam na distribuição
    4. Conferir profissionais e direção
    5. Corrigir e fechar o Educacenso
  • E as ações da própria rede

    Formação de professores, calendário da rede, reunião com as famílias: comece por uma ação em branco, com as etapas que a rede já usa, e mande para as escolas do mesmo jeito.

O ICMS Educacional conta o que acontece em cada escola.

Desde a Emenda Constitucional 108/2020, cada estado distribui pelo menos 10 pontos percentuais da cota do ICMS dos municípios por indicadores de aprendizagem e de equidade, considerado o nível socioeconômico dos alunos. A fórmula muda de estado para estado, mas três coisas que entram nela dependem da rotina das escolas.

  • Participação na avaliação do estado

    A prova estadual alimenta o índice. Em São Paulo, se o 2º ano não chega a 80% de participação, o município fica com a menor nota entre todos os avaliados. Conferir as turmas, avisar as famílias e buscar quem costuma faltar é trabalho da escola.

  • Alfabetização no 2º ano

    São Paulo e Minas Gerais avaliam o 2º ano na prova estadual. O plano de alfabetização de cada escola é onde esse resultado começa.

  • Registro correto no Censo

    Aprovação e abandono entram no cálculo de vários estados, e saem do que cada escola informa ao Censo Escolar. Aluno com a situação errada pesa errado.

O Bordi organiza esse trabalho escola por escola. Ele não calcula índice nem estima repasse. Fontes: CF/1988; Lei SP 18.381/2025, conferidas em 10/10/2026.

Para o diretor, um compromisso claro, e não mais um sistema.

O diretor vê só o que a rede espera da escola dele, etapa por etapa, com prazo. Anexa a entrega, envia para validação e, se travar, registra o motivo do bloqueio.

  • No primeiro acesso, um guia do papel, sem termos de método.
  • O quadro interno continua da escola. A Secretaria só vê o trabalho da coordenação e dos professores se a direção autorizar, e toda a equipe fica sabendo.
  • Nenhum diretor paga nada. As escolas cobertas pelo contrato recebem os recursos pagos do Bordi na própria organização.

Como se contrata.

O Bordi Rede é contratado pela Secretaria, para a rede. Não há cartão nem assinatura pela internet: a proposta sai depois da demonstração.

Agendar uma demonstração
Unidade de preço
Por escola, por ano. O valor vem na proposta, com o número de escolas da sua rede.
Porte
Redes de 11 a 50 escolas. Conforme o número de escolas, o contrato pode caber no limite da dispensa por valor (Lei 14.133/2021, art. 75, inciso II: R$ 65.492,11 em 2026, pelo Decreto 12.807/2025). O limite considera as despesas do mesmo tipo no ano, e a proposta diz se é o caso da sua rede.
Item divisível
Como o preço é por escola, a rede pode começar por parte das escolas e incluir as outras depois.
Quem paga
Só a Secretaria. Diretores, coordenadores e professores não pagam nada.
Fim do contrato
Nada é apagado. Os recursos da rede saem de cena, o histórico fica guardado e volta como estava se a rede renovar.

A modalidade de contratação é decisão do setor de compras e da assessoria jurídica da rede.

O passo a passo, com o que cada modalidade exige: como a prefeitura contrata software para a Secretaria.

Para o setor de compras: modelos de termo de referência, ETP e pesquisa de preços.

Sem a autorização da direção, a Secretaria vê compromissos, não pessoas.

  • Sem dado de aluno, dossiê sem dado pessoal

    O Bordi não tem campo para nota, frequência ou matrícula. O dossiê traz escola, compromisso, prazo, entrega e quem validou, e nada do quadro interno das escolas.

  • A direção decide o que a escola compartilha

    O quadro interno começa fechado para a Secretaria. A direção pode abrir só os números (tarefas em andamento, atrasadas e bloqueadas, sem nomes) ou os números e o quadro, só para leitura. O nome de quem faz cada tarefa aparece só se a direção quiser. Fechar de novo vale na hora.

  • A escola sabe quem está vendo

    Toda a equipe da escola vê um aviso enquanto algo está compartilhado, e a direção vê quem na Secretaria leu e quando. Comentários, anexos, motivo de bloqueio, conversa com o assistente e documentos da escola nunca saem dela.

Como tratamos os dados: Política de Privacidade.

Guias para a Secretaria.

Cada parte do trabalho da equipe técnica, explicada com a norma e com modelos para copiar. Servem com ou sem o Bordi.

Perguntas da Secretaria

Implantação, rotina das escolas, documentos e demonstração.

Ficou alguma dúvida? Fale com a gente na demonstração.

Precisa instalar alguma coisa?

Não. O Bordi abre no navegador, no computador e no celular. Cada pessoa entra com o próprio e-mail.

Como as escolas entram?

As escolas são cadastradas na conta da Secretaria, com o código INEP, e os diretores entram por convite. Cada diretor fica ligado à sua escola. Na implantação, a equipe do Bordi carrega a lista de escolas que a Secretaria enviar.

O diretor consegue usar pelo celular?

Sim. O diretor vê os compromissos da escola, marca as etapas, anexa a entrega e envia para validação pelo celular. O painel da rede também tem versão para celular, com um cartão por escola.

E se o diretor de uma escola mudar?

Os compromissos ficam gravados na escola, não na pessoa. A Secretaria passa os abertos para o diretor novo de uma vez; os concluídos ficam no histórico como estavam. O relatório de passagem resume o que muda de mãos.

A Secretaria vê as tarefas dos professores?

Só se a direção da escola autorizar. Sem a autorização, a Secretaria vê os compromissos que mandou para cada escola, e o quadro interno, com as tarefas da coordenação e dos professores, não aparece para ela. A direção pode liberar só os números ou os números e o quadro, só para leitura, e escolhe se os nomes aparecem. A Secretaria pode pedir, mas quem decide é a escola, e dá para desligar a qualquer momento.

Quem na Secretaria vê o trabalho da escola, e a escola fica sabendo?

Só as pessoas da Secretaria marcadas para acompanhar escolas. Enquanto a escola compartilha, toda a equipe dela vê um aviso com o que está aberto, e a direção vê quem leu e a data da última leitura. Se o contrato da rede acaba ou a escola sai da cobertura, o compartilhamento para na hora e só volta quando a direção confirmar de novo.

Dá para acompanhar ações da própria rede, além dos programas federais?

Sim. Os roteiros prontos são um ponto de partida: prazos, etapas e entregas esperadas podem ser ajustados antes de aplicar às escolas. Uma ação em branco serve para o que a rede criar.

O dossiê sai em PDF?

O dossiê e o relatório de passagem saem num arquivo HTML que abre em qualquer navegador, gerado no computador de quem pediu. Para ter o PDF, use Imprimir e escolha Salvar como PDF.

O Bordi envia os documentos ao Simec?

Não. O Bordi organiza o trabalho das escolas e guarda as evidências. A comprovação das condicionalidades continua sendo feita pela Secretaria, no Simec.

E se a rede tiver mais de 50 escolas?

O Bordi Rede foi dimensionado para redes de 11 a 50 escolas. Para uma rede maior, conte o caso na demonstração: o limite do contrato é ajustável, e a gente diz com franqueza o que funciona bem nesse tamanho.

Como é a demonstração?

Em uma rede de teste, com escolas e pessoas fictícias: você vê o painel, aplica uma ação, valida uma entrega e gera um dossiê.

Veja a rede funcionando antes de decidir.

Meia hora, numa rede de demonstração: o painel por escola, uma ação aplicada, a validação e o dossiê. Depois, se fizer sentido, a proposta.